Orientações



  • Aftas

  • Bruxismo

  • Cárie

  • Dente de Leite

  • Fluorose

  • Implantes Dentários

  • Mau Hálito

  • Periodontia


Lesões brancas da mucosa oral (tecido de revestimento interno da boca), muito comuns e que incomodam muito.

AFTA ou "aphta vulgaris" é uma lesão vesiculosa da mucosa da boca, que ocorre habitualmente nas bochechas, lábios e língua; raramente no céu da boca e na gengiva. Elas podem aparecer individualmente ou em grupos e, geralmente é recidivante.
A(s) vesícula(s) rompe(m)-se rapidamente, de modo que a afta é vista mais freqüentemente como uma úlcera rasa, arredondada, de fundo amarelado e bordas avermelhadas, cujo diâmetro médio é da ordem de 5 mm. São bastante dolorosas, principalmente nos primeiros 3 a 5 dias. A lesão dura de 10 a 14 dias e a mucosa oral se recupera totalmente, não deixando cicatriz.

Etiologia desconhecida
As úlceras tendem a aparecer quando o paciente passou por algum tipo de stress físico ou emocional. Recentemente cientistas tendem a classificar as aftas orais entre as vasculites, que são doenças inflamatórias auto-imunes.

A Estomatite Aftosa Recorrente, uma de suas formais mais comuns, se manifesta normalmente sem qualquer outra doença paralela específica, constituindo-se em uma doença inflamatória em si mesma.

Pacientes com outras doenças podem ter aftas mais freqüentemente:
a - Deficiências imunológicas humorais (deficiências de imunoglobulinas)
b - Doença Celíaca
c - Doença de Behcet
d - Doença de Crohn
e - AIDS
f - Citomegalovírus
g - Anemias
h - Distúrbios gastrointestinais passageiros.

 

Em crianças os vírus coxsackie A, coxsackie B, echovírus e enterovírus podem causar estomatite, doença caracterizada pelo aparecimento de lesões múltiplas, semelhantes a aftas.

Como diagnóstico diferencial, a gengivo-estomatite herpética aguda se apresenta com vesículas mais resistentes, geralmente muito pequenas e conglomeradas.

Fatores agravantes
Qualquer lesão na mucosa bucal pode produzir afta, desde um arranhão causado pela escova de dentes, até queimaduras ou ferimentos causados por alimentos quentes ou muito ásperos, aparelhos ortodônticos, etc.

Algumas pessoas evitam alimentos ácidos, tais como frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, abacaxi, etc.), tomate, vinagre, molhos, etc., pois acreditam que estes alimentos desencadeiam o aparecimento das úlceras.

Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolver aftas do que homens. O mesmo ocorre com pessoas cujos pais têm aftas habitualmente.

Tratamento: não há
Algumas medidas podem ser tomadas para aliviar o desconforto, principalmente nos primeiros 3 ou 4 dias em que as lesões estão mais doloridas:

1) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de sobremesa de água oxigenada 10 vol diluída em 1/2 copo de água morna.

2) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de chá de sal e 1colher de chá de bicarbonato de sódio diluídas em 1/2 copo de água morna.

3) evitar alimentos ácidos. Não se tem notícia que vitaminas ou alimentos especiais possam ajudar, a não ser que haja uma deficiência específica. Embora o stress possa causar ou fazer eclodir aftas, medicamentos tranqüilizantes também são, aparentemente, de pouca ajuda.

4) evitar o uso de agentes cáusticos no local, pois, apesar de diminuir a dor, eles provocam a destruição do tecido, fazendo com que a úlcera se torne mais profunda e sujeita a infecções.

No caso de dor intensa, medicação analgésica por via oral pode ajudar
Quem usa aparelhos ortodônticos pode ter aftas devido ao traumatismo constante. A aplicação de cera de uso odontológico no local responsável pelo traumatismo costuma ajudar. Se a causa do problema for prótese dentária, o dentista deverá ser consultado. Nos casos prolongados (mais de 2 semanas), uma visita ao dentista é recomendada.


Hábito parafuncional de ranger os dentes e constitui um dos mais difíceis desafios para a odontologia restauradora, sendo que a dificuldade para sua resolução aumenta de acordo com a gravidade do desgaste dentário produzido.

Fisiopatologicamente, o esmalte dentário é o primeiro a receber os prejuízos do bruxismo, e o desgaste anormal dos dentes é o sinal mais freqüente da anomalia funcional.

O padrão de desgaste dental do bruxismo prolongado é, freqüentemente, não uniforme e mais severo nos dentes anteriores.

A importância do bruxismo ainda se deve à sua relação com a dor muscular da articulação temporomandibular e alguns tipos de cefaléia.

Pode ser definido como um hábito parafuncional que consiste em movimentos involuntários ritimados e espasmódicos de ranger ou apertar os dentes, ocorrendo normalmente durante o sono.

Alguns autores dividem o termo bruxismo em cêntrico, ato de apenas apertar os dentes, ou excêntrico, onde além de apertar os dentes há também o ranger dos dentes, porém, ambos sempre involuntários.

Há discrepância sobre a definição precisa do bruxismo, alguns autores definindo-o como atividade parafuncional diurna ou noturna e outros alegando-o exclusivamente durante o sono. De modo geral diz-se bruxomania para definir esse movimento de apertar, ou ranger dos dentes, quando a pessoa se encontra acordada.

 

É importante destacar, para entendimento conceitual, que o bruxismo não é necessariamente uma doença. Trata-se mais de uma disfunção. É perfeitamente possível que alguns portadores de bruxismo não tenham maiores conseqüências para o sistema mastigatório. O aspecto mórbido ou doentio pode ser pensado quando este hábito funcional leva à algum prejuízo do sistema mastigatório ou desencadeia sintomas de desordens temporomandibulares, como por exemplo, a artrite temporo-mandibular (ATM).

O bruxismo noturno pode ocorrer em praticamente todos os estágios do sono, sendo observado predominantemente no estágio II e virtualmente ausente nos estágios III e IV, mais profundos. Quando relacionado ao sono, o bruxismo envolve movimentos rítmicos semelhantes ao da mastigação intercalados por longos períodos de contração dos músculos mandibulares. Essas contrações costumam ser fortes e até superar aquelas realizadas durante a mastigação normal consciente. Costumam durar o suficiente para produzir fadiga e dor muscular.

 

Incidência e Curso
Alguns trabalhos estimam entre 6 e 20% dos adultos e em torno de 14% das crianças a incidência do bruxismo. Entretanto, sinais e sintomas de bruxismo são observados entre 80% e 90% das populações estudadas, sugerindo que, ou essas pessoas apresentam bruxismo inconscientemente ou já o tiveram. Parece ainda que o bruxismo diminui com a progressão da idade, predominantemente depois dos 50 anos. Quanto à distribuição nos sexos, alguns autores encontraram uma maior freqüência do Bruxismo em mulheres.

 

Causas (Etiologia)
As causas normalmente estariam relacionadas a fatores psicológicos, como tensão emocional, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo, frustrações e estresse. A freqüência e a severidade do Bruxismo pode variar a cada noite, e parece estar altamente associado ao estresse emocional e físico.

 

Prognóstico e Conseqüências
Hábitos funcionais do tipo bruxismo costumam levar ao desgaste dentário, má oclusão severa, trauma oclusal, fratura dentária e dores em determinados componentes do sistema mastigatório. O bruxismo é considerado uma das causas das desordens temporomandibulares devido à possibilidade de desencadear dor ou disfunção na musculatura mastigatória e /ou articulação temporomandibular.

 

Tratamento
Atualmente a odontologia tem optado pela utilização de uma placa estabilizadora, de resina acrílica, que respeite os conceitos de máxima estabilidade mandibular em relação cêntrica e movimentos excêntricos harmoniosos através de guias específicas (protrusivas e caninas). A função da placa estabilizadora seria para proteger os dentes e demais componentes do sistema mastigatório durante as crises noturnas de bruxismo. Além disso a placa ainda reduziria a atividade elétrica de músculos elevadores da mandíbula, como masseter e temporal, reduzindo assim a atividade tensional.

Entretanto, a colocação de placas constitui-se num tratamento, digamos, sintomático. O ideal seria o tratamento dos estados tensionais, estressantes ou ansiosos que produzem o bruxismo.

Referências: Ballone GJ - Bruxismo, in. PsiqWeb. / foto bruxismo / lápis Revista da APCD.


Doença transmissível e infecciosa. Ela acontece quando há a associação entre placa bacteriana cariogênica, dieta inadequada e higiene bucal deficiente. Quando o açúcar entra em contato com a placa bacteriana, formam-se ácidos que serão responsáveis pela saída de minerais do dente.

A cárie - o processo se inicia quando ácidos resultantes realizados pelas bactérias dão origem a uma dissolução dos sais do cálcio que formam a dentina. Na produção desses ácidos participam ativamente bactérias e enzimas. Os espaços entre os dentes, além de irregularidades de formação, retêm freqüentemente detritos resultantes da própria mastigação, resíduos esses de alto teor de hidratos de carbono (açúcar), os quais são atacados por bactérias e fermentam. Resultam na produção de ácidos que abrem brechas microscópicas na armadura dos dentes, as bactérias se infiltram e vão atacar as substâncias orgânicas que formam a dentina.

 

O que é placa bacteriana?
A placa bacteriana é uma espécie de película composta de bactérias vivas e de resíduos alimentares que se depositam sobre e entre os dentes. Ela é cariogênica quando bactérias capazes de causar a doença cárie estão presentes na sua composição.

 

Meus dentes podem ser pouco resistentes à cárie?
Existem algumas doenças que podem alterar a composição dos dentes, levando à má-formação dentária. Além disso, todos os dentes são mais susceptíveis à cárie quando erupcionam, pois ainda não estão com a calcificação completa. Isso só será um problema se houver acúmulo da placa bacteriana cariogênica sobre os dentes, pois esta permitirá que a lesão se inicie. Indivíduos com deficiências físicas ou mentais que apresentam dificuldades na limpeza dos dentes devem ser supervisionados durante a escovação. Portanto, independentemente de os dentes serem mais ou menos resistentes, o importante é que a limpeza dos dentes seja realizada de maneira adequada.

 

Quais são os alimentos mais cariogênicos?
Há alimentos que protegem contra a cárie? Os alimentos mais cariogênicos são os que apresentam açúcar na sua composição: os doces, as balas, os caramelos, os chocolates, os chicletes e os refrigerantes são exemplos desses alimentos. Existem alguns alimentos que escondem o açúcar na sua composição, como a mostarda e o ketchup. Todos esses alimentos podem ser consumidos, mas de maneira racional, isto é, junto às principais refeições, seguindo-se a escovação. A freqüência com que se come o açúcar é muito importante: quando você ingere açúcar, os seus dentes ficam expostos aos ácidos produtores de cárie. O açúcar também pode estar presente em medicamentos, líquidos e xaroposos, portanto, após ingeri-los, é preciso escovar os dentes. A ingestão de farináceos e salgadinhos, principalmente entre as refeições, é um hábito considerado pouco saudável, quando se pensa em prevenção da doença e, portanto, deve ser evitado. Por outro lado, existem alimentos como o queijo e o leite que são considerados protetores dos dentes. Eles apresentam alto conteúdo de cálcio e fosfatos, que protegem contra a desmineralização do dente.

 

O mel ou o açúcar mascavo podem substituir o açúcar sem danos aos dentes?
Esses alimentos são ricos em açúcares facilmente transformados em ácidos pelas bactérias cariogênicas. O hábito de adoçar alimentos ou lambuzar a chupeta com mel pode provocar lesões de cárie, portanto, deve ser evitado.

 

Como posso saber se tenho cárie?
A identificação das lesões de cárie pode ser feita através da visão direta dos dentes e do emprego do fio dental. Antes de observar a superfície dentária, há necessidade de remoção da placa bacteriana que a recobre. Portanto, você deve fazer o auto-exame após escovar seus dentes e em local bastante iluminado. Essa doença se estabelece antes de as cavidades serem vistas nos dentes. Portanto, procure alguma alteração de cor como manchas brancas ou acastanhadas na parte superior dos dentes (sulcos e fissuras) e entre os dentes. Em um estágio mais avançado da doença, as manchas podem evoluir para cavidades e os sintomas já começam a aparecer: dor quando mastigamos alimentos doces ou quando bebemos algo quente ou gelado, causando desconforto e mau hálito. O fato de o fio dental ficar preso entre os dentes também pode ser um sinal de lesão de cárie.

 

Como posso combater ou prevenir essa doença?
Controlando os fatores que podem ajudar no aparecimento das lesões de cárie. Dentre esses fatores, podem ser citados: evitar a ingestão de alimentos açucarados – caso não seja possível, você deve ingeri-los junto às principais refeições – e limpar os dentes de maneira adequada, utilizando escova, fio dental e pasta de dente com flúor. O flúor é um importante auxiliar no combate à cárie pois previne a desmineralização, isto é, a saída de minerais do dente e favorece a remineralização, que é a entrada de minerais em pequenas lesões de cárie (lesões de manchas brancas ou acastanhadas opacas), antes que elas se tornem cavidades. A limpeza deve ser realizada sempre após as principais refeições e antes de dormir. É importante visitar seu dentista regularmente para que ele possa, através do exame clínico, controlar sua saúde bucal e orientar sobre qualquer dúvida que possa surgir com relação à mesma. Existe vacina para a cárie? Apesar dos estudos feitos até agora, não podemos contar com uma “vacina” que previna a cárie dentária.

Referência: Revista da APCD.


Devo me preocupar em caso de atraso na vinda dos primeiros dentes de leite?
Não, pois a idade média normal para o nascimento é por volta de 6 meses de idade. Um atraso em torno de mais 6 ou 8 meses ainda poderá ser considerado dentro dos padrões da normalidade em nossa população. Também poderemos ter dentes de leite que erupcionam (nascem) antes do prazo médio, ou seja, logo após o nascimento ("dente natal"), ou por volta de 2 a 3 meses de idade ("dente neonatal"). Se isso ocorrer, procure o odontopediatra.

 

Quando nascer os dentes do bebê, poderá ocorrer febre ou diarréia?
Sim. Ao nascimento dos dentes do bebê, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas. Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, deveremos oferecer ao bebê alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva.

 

Se os dentes de leite são temporários, por que é importante tratá-los?
A presença dos dentes de leite é muito importante porque prepara o caminho (guia) para a erupção dos dentes permanentes, mantendo em equilíbrio harmônico o crescimento das estruturas da face (dentes, ossos e músculos); proporciona uma mastigação e deglutição adequadas dos alimentos e conseqüente digestão. Um dente de leite comprometido seriamente por um processo de cárie poderá levar a uma infecção, acarretando a má formação do dente permanente. Além disso, quando deparamos com crianças esteticamente comprometidas, percebemos que ocorrem nelas uma dificuldade de comunicação e integração social.

 

No caso de perda do dente de leite por trauma (bater a boca), qual procedimento deverá ser tomado?
Se a criança bater a boca, deverá procurar o odontopediatra, para o exame e a radiografia da região atingida, fazendo uma avaliação do caso. Se houver trauma, guardar o fragmento em soro fisiológico, para tentar o procedimento clínico de colagem. Caso ocorra perda do dente, levar o mesmo, em soro fisiológico ou leite, ao odontopediatra, onde será feita a avaliação do procedimento adequado.

 

O uso da mamadeira estraga os dentes?
O uso da mamadeira após a erupção dos dentes poderá levar a chamada cárie de mamadeira, quando apresentar um uso descontrolado e contínuo. O fato de se adicionar outro componente, como açúcar e cereais, leva a um aumento da cárie. Também recomendamos que a mamadeira noturna seja suspensa tão logo erupcione o 1º dente; caso haja dificuldade, poderá se oferecer água pura. Assim, a Academia de Pediatria Americana recomenda que o uso da mamadeira deverá ser interrompido dos 9 meses ao 1º ano de vida. Essa redução deverá ser gradual.

 

Quando deve ser iniciada a escovação dos dentes de leite?
A escovação dos primeiros dentes deverá ser iniciada assim que estes estejam erupcionando, com escova infantil e de cerdas macias. Antes da erupção dos dentinhos, a boca e a gengiva do bebê já deverão ser limpas com a ponta de uma fralda ou com gaze embebida em água filtrada. Os hábitos de higiene, aprendidos quando criança, serão levados para a vida adulta.

 

A aplicação do flúor deve ser iniciada na dentição de leite?
A aplicação de flúor no consultório dentário deverá ser iniciada já na dentição de leite (dentição decídua), assim que esta esteja completa por volta de 2 anos e meio a 3 anos de idade. 0 flúor é um dos agentes importantes na redução da cárie dentária (que é uma doença infecto-contagiosa), em conjunto com outros métodos de prevenção, tais como a escovação e a dieta equilibrada, além do consumo de água fluoretada.

 

0 uso da chupeta (ou mesmo chupar o dedo) faz os dentes entortarem?
Sim. A chupeta ou a sucção do dedo,leva a um desequilíbrio das arcadas dentárias e à má posição dos dentes. 0 hábito da chupeta deverá ser interrompido por volta dos 3 anos de idade, quando a criança já está consciente de suas vontades e não requer mais a compensação de sugar. Portanto, devemos encorajá-la a deixar o hábito, sendo, às vezes, uma troca agradável e consciente. A retirada do hábito de sucção do dedo requer mais consciência por parte da criança, força de vontade e sua colaboração, que poderá acontecer um pouco mais tarde. Nos casos mais severos, a avaliação de um psicólogo é recomendável.

 

0 uso de antibiótico pode manchar os dentes de leite?
0 antibiótico que mais poderá levar a manchas nos dentes de leite é a tetraciclina, quando administrada durante a gestação em grande quantidade e longa duração. 0 mesmo pode acontecer para os dentes permanentes quando administrado à criança logo após o nascimento.

Referência: Revista da APCD.


Alteração que ocorre devido ao excesso de ingestão de flúor, durante a formação dos dentes.

Ela se manifesta principalmente pela alteração de cor do esmalte, que pode assumir uma tonalidade esbranquiçada ou exibir pequenas manchas ou linhas brancas. Nos casos mais graves, adquire uma coloração acastanhada ou marrom, podendo haver perda de estrutura dental; nesses casos, torna-se mais friável, mais fácil de desgastar fisiologicamente. Muitos trabalhos apontam como causa da fluorose a utilização de gotas e comprimidos contendo flúor, inclusive muitos complexos vitamínicos recomendados pelos pediatras. Atualmente, a maior causa de fluorose é a ingestão de produtos fluoretados em locais onde já existe água fluoretada, sendo que o mais comum é o dentifrício fluoretado, que muitas crianças engolem durante a escovação. O enxaguatório contendo flúor também poderá contribuir, se for indicado para crianças que ainda não tenham controle adequado da deglutição.

 

Durante a gravidez, devo ingerir suplementos de flúor?
Na gravidez não é necessário ingerir suplementos de flúor, pois sabe-se que a principal ação preventiva é a tópica, ou seja, a que se dá pelo contato do flúor na boca com os dentes. Além disso, na gestante que ingere água fluoretada, o flúor passa para o bebê através da placenta.

 

Pode ocorrer fluorose em dentes de leite?
A fluorose em dentes decíduos possui características semelhantes às da fluorose em dentes permanentes. Não é comum, pois só pode ocorrer nos dentes cuja mineralização se dá após o nascimento. A porção formada na vida intra-uterina, mesmo que a gestante ingerisse ligeiro excesso, receberia proteção da placenta, que é uma barreira semipermeável que deixa passar apenas uma parte do flúor circulante.

 

Quando ocorre fluorose nos dentes de leite, os permanentes também serão acometidos?
Não. A fluorose não passa de uma dentição para outra, pois ela ocorre durante o período de formação dos dentes, e dentes de leite e permanentes se formam em épocas muito diferentes. Mesmo na dentição permanente ela pode afetar alguns dentes e não afetar outros, ou ainda afetar dentes diferentes com grau de severidade diversos. Tudo depende da época que ocorreu o excesso de ingestão e da época de formação dos dentes. O período de maior risco para a ocorrência de fluorose é até os 6 anos de idade, quando estão se formando as coroas dos dentes anteriores, pois se sabe que o maior problema da fluorose é quanto à estética.

 

Os dentes com fluorose são mais fracos?
Correm maior risco de ter cárie? Os dentes com fluorose são ligeiramente mais resistentes à cárie dental, mas não são imunes a ela. Portanto, se o indíviduo tiver dieta e microrganismos cariogênicos, exibindo atividade de cárie, deve receber a mesma atenção preventiva que outro paciente sem fluorose.

 

Se eu usar dentifrício fluoretado para escovar os dentinhos do meu filho de 2 anos, ele correrá o risco de ter fluorose?
Ele corre o risco de ter fluorose se o dentifrício for usado indiscriminadamente, sem cuidado. Se o seu filho engolir muito dentifrício, ele poderá apresentar fluorose, principalmente se morar em região com água fluoretada (como São Paulo, por exemplo). Isto ocorre porque nessa idade as crianças ainda não sabem controlar a deglutição e nem cuspir adequadamente e acabam ingerindo quantidade acima daquela segura para seu peso. Recomenda-se a utilização de quantidade mínima na escova de dentes (semelhante a um grão de arroz), sempre sob supervisão dos responsáveis, e alguns profissionais recomendam o uso de dentifrícios sem flúor.

Meu filho de 12 anos faz aplicação de flúor no dentista, usa pasta fluoretada e faz bochechos diariamente com solução fluoretada. Ele corre o risco de ter fluorose?
Não, pois todos os seus dentes já estão com as coroas formadas nessa idade. Entretanto, nem sempre é necessário usar todos os tipos de produtos com flúor disponíveis no mercado: o dentifrício deve ser utilizado por todos os indivíduos, mas os bochechos e as aplicações tópicas profissionais devem ser utilizados levando-se em consideração a atividade de cárie de cada um.

 

O que fazer nos casos de fluorose?
A descoberta da fluorose não traz grandes mudanças do ponto de vista prático, a não ser nos casos em que a estética é muito prejudicada e começa a incomodar o paciente. A maioria dos casos observados atualmente são de fluorose muito leve ou leve, em que as manchas ou linhas brancas ficam disfarçadas quando o dente está úmido, não sendo necessário nenhum tratamento; se for necessário melhorar a estética, existem algumas técnicas disponíveis, que vão de um microdesgaste do esmalte até técnicas restauradoras tradicionais. Mas, do ponto de vista prático, o mais importante é prevenir.

Referência: Revista da APCD.


O que são Implantes Dentais?
Os implantes são “raízes” artificiais instaladas (implantadas) no osso mandibular ou maxilar. Ao substituir as raízes dentais, possibilita a confecção de próteses sobre eles, permitindo a reabilitação estética e funcional (mastigação), além de devolver qualidade de vida social ao indivíduo debilitado.

Os implantes dentais proporcionam conforto e eficiência na mastigação, de forma similar aos dentes naturais, sendo superiores ao uso de próteses totais (dentaduras) e próteses removíveis.

Na atualidade os implantes são fabricados com titânio comercialmente puro, de eficiência cientificamente comprovada.

Do que é Feito? Que tipo de material se utiliza para os implantes dentais?
Ao longo da História da Odontologia e da Medicina, são muitos os materiais que se vem utilizando. Na atualidade são apenas dois os que se consideram válidos: o titânio puro e o titânio recoberto de hidroxiapatita.

Por que o Titânio?
Por se tratar de um metal biocompatível , ou seja, que pode ser utilizado em contato com os tecidos orgânicos sem causar reações adversas, permitindo a osseointegração.

O que é OSSEOINTEGRAÇÃO?
É o processo por meio do qual o implante se integra ao osso, apresentando-se fixo, sem mobilidade ou sintomas durante as forças mastigatórias funcionais. Essa integração permite a alta taxa de sucesso na reabilitação dos pacientes.

Qual a sua Finalidade?
Repor dentes ausentes com o objetivo de:

A. Recuperar Estética e Função
B. Frear a Reabsorção óssea
C. Diminuir a Sobrecarga em Dentes Remanescentes

1. – Função e estética.
Substitui dentes ausentes ou condenados e próteses convencionais, quando estas não correspondem às expectativas do paciente.
Pode também servir de encaixe para um tipo de dentadura (overdenture), aumentando de forma notável sua estabilidade e retenção.

2. – Frear a reabsorção óssea.
O que é uma reabsorção óssea?
Por que ocorre?
Quando perdemos um ou mais elementos dentais, independente da causa que provoque a perda (cáries, doença periodontal, traumatismo,...), inicia-se um processo de reabsorção óssea pela falta de estímulo da raiz ausente.

A função do osso maxilar e mandibular é sustentar as peças dentárias para permitir a mastigação. Uma vez perdido o dente, esse osso perde sua finalidade principal e passa a ser reabsorvido pelo organismo. Essa reabsorção torna-se mais acentuada na maioria dos casos pela pressão das próteses removíveis, ou ainda pela própria idade do paciente. Esse último fator associado a problemas hormonais (como osteoporose) pode gerar uma perda na qualidade óssea.

Dentro desse quadro as conseqüências estéticas e funcionais podem ser dramáticas, debilitando o paciente progressivamente.

Atualmente existem técnicas regenerativas de osso e biomateriais que possibilitam a recuperação anatômica de áreas severamente reabsorvidas. Esses enxertos permitem a recuperação do paciente para que este possa se submeter à colocação dos implantes dentais, com resultados mais satisfatórios.

Os implantes podem deter esse processo de reabsorção, que pode gerar tanto problemas funcionais quanto psicológicos nos indivíduos debilitados.

3 – Diminuir a sobrecarga das dentes remanescentes.
Pacientes com perdas parciais dos dentes, além da conseqüente colocação de implantes e sua respectiva prótese que vem harmonizar não só a estética a e função, bem como possibilitar um equilíbrio na distribuição das forças durante a mastigação.

Sou um Candidato Ideal?
Considere um candidato ideal se:
• Falta um, mais que um ou até mesmo todos os seus dentes
• Houver falta de estabilidade e retenção com sua prótese removível
• Sua prótese não está confortável
• Sua prótese não está estética
• Sua prótese o deixa inseguro ou já lhe causou algum problema
• Houver dificuldade na mastigação dos alimentos

A idade não é um fator determinante na hora de ser candidato a implante, porém é recomendado não colocá-los antes dos 15-16 anos, até que o crescimento maxilar se tenha completado.

Os pacientes totalmente desdentados com idade avançada são os mais favorecidos na implantodontia.

A quantidade e qualidade de seu osso maxilar serão alguns dos parâmetros que seu dentista deverá estudar.

Quem não é um bom candidato para implantes?
São poucas as contra-indicações que tem este tipo de tratamento:

• Doenças sistêmicas graves, como por exemplo a leucemia
• Pacientes com câncer que estão sendo tratados com radioterapia ou quimioterapia, até que termine o tratamento e seu médico autorize a intervenção
• Diabetes não controlada. O paciente diabético sempre está mais exposto a infecções. Mesmo se estiver controlada deverá ser submetido a um rigoroso acompanhamento pré e pós-operatório
• Pacientes psiquiátricos
• Crianças ou jovens até que terminem seu desenvolvimento (15-16 anos)
• Durante a gravidez (aconselhamos esperar que a futura mãe dê à luz)
• Fumantes em geral
• Dependentes químicos

Consideramos importante que qualquer pessoa que queira receber um tratamento com implantes esteja consciente que suas próteses precisarão de cuidados.

A manutenção através de adequada higienização e de revisões periódicas são fundamentais.

É um Tratamento Doloroso?
O tratamento não é doloroso. É simples e com os novos avanços da tecnologia podemos usar até sedação consciente.

Quanto tempo dura o tratamento?

Em via de regra a fase de osseointegração dura de 3 a 4 meses na mandíbula e de 5 a 6 meses no maxilar, por este ser um osso menos compacto. A elaboração da prótese geralmente é concluída no prazo de 1 mês após essa fase Este tipo de tratamento é relativo e específico para cada paciente. Em alguns casos o paciente pode ser reabilitado em um prazo de até 6 meses, já em outros, em apenas 24 horas.

Existe a rejeição?
A taxa de sucesso atualmente registrada para implantes dentais é superior a 95%, o que torna a técnica muito segura e previsível. Uma vez osseointegrado, o implante corretamente instalado e a prótese adequadamente planejada praticamente eliminam a chance de fracassos.

Eventuais perdas de implantes podem estar, no entanto, associadas à infecção, sobrecarga prematura dos implantes, má higienização local, ou casos em que o paciente não apresente um quadro sistêmico favorável (como os relatados nas contra-indicações). Essas perdas são evitadas na sua maioria pelo correto planejamento e execução do caso por profissionais adequadamente habilitados.

Os estudos de acompanhamento clínico estão próximos de 4 décadas e os resultados com esta técnica permanecem estáveis com o passar do tempo. Porém não devemos esquecer que uma boa higiene diária e as consultas de manutenção são requisitos indispensáveis para o bom funcionamento de nossas próteses.

O que Acontece se um Implante Fracassa?
Como acabamos de comentar a porcentagem de êxito na atualidade é superior a 95% e a técnica encontra-se em constante evolução, aperfeiçoando por um lado a fase cirúrgica e por outro melhorando a estética das próteses. Portanto, nossas estatísticas particulares vão superando inclusive esses resultados. Na atualidade, se um implante eventualmente fracassa é possível substituí-lo, resolvendo-se o problema ou utilizando enxertos ósseos que melhorem a ancoragem do implante.

Devo deixar de fumar?
Não tenha dúvida: deixe de fumar ou diminua de forma gradual o número de cigarros.

O fumo prejudica gravemente a saúde de seus dentes e também a saúde dos tecidos ao redor dos implantes. O fumo pode ser um agravante que acelera a perda de um elemento dental, conseqüentemente poderá causar a perda do seu implante.

É Caro um Tratamento deste Tipo?
Não, em muitos casos o custo é inferior ao tratamento de uma reabilitação convencional, o tratamento varia de acordo com o número de implantes necessários e o tipo de prótese a ser reabilitada. O resultado obtido dependerá não só da técnica, mas da qualidade dos produtos empregados e da experiência do profissional que realiza no trabalho.

No entanto, atualmente a técnica é muito mais acessível em relação a épocas anteriores, em que a tecnologia empregada era exclusivamente importada e de alto custo.

De qualquer forma, a recuperação de uma força de mastigação satisfatória e de um sorriso que reintegra o paciente socialmente faz com que muitos dos pacientes que se submetem ao tratamento afirmem que:

"Este foi o melhor investimento que fiz em toda minha vida"

Quais os Benefícios dos Implantes?
Os implantes podem repor a perda de um dente natural sem a necessidade de desgastar os dentes vizinhos para a preparação de uma prótese fixa ou removível.

Em casos de próteses removíveis parciais, esta pode ser substituída por próteses fixas, sem prejuízo ou sobrecarga dos dentes suportes naturais. Isto permite um aumento considerável do tempo de vida útil desses dentes, já que há uma melhor distribuição da carga mastigatória entre dentes e implantes.

Além disso, devido ao fato das próteses permanecerem estáveis em sua posição, situações comuns, como irritação das gengivas, dor e insegurança pela falta de estabilidade e retenção de próteses removíveis parciais ou totais, são eliminadas.

Para desdentados totais, a utilização dos implantes traz imensos benefícios para sua qualidade de vida. A “dentadura” convencional por vezes pode ser substituída por prótese fixas sobre implantes, ou por próteses removíveis (overdenture) que apresentam melhor retenção e estabilidade, oferecendo maior conforto e segurança ao seu portador.

Considerações Finais

Cada caso deve ser adequadamente analisado por um profissional habilitado ao desenvolvimento da técnica. O planejamento poderá variar de acordo com condições ósseas individuais dentre outros fatores.

Pense em você.

E se restarem algumas dúvidas nossa equipe encontra-se inteiramente à disposição para melhores esclarecimentos


O Mau Hálito tem solução

 

Quatro entre dez pessoas sofrem de mau hálito. Apesar da grande incidência, poucos vêem o problema como uma doença que precisa ser tratada. As causas são muitas, mas os profissionais da Odontologia garantem que este mal tem cura.

Quem já não teve ou já não conheceu alguém que tivesse um mau hálito? O problema, conhecido também como halitose, atinge quatro entre dez pessoas, podendo tornar-se um entrave também social. Isto ocorre porque o portador do mau hálito acaba tendo vergonha de se expor, de conversar e de conviver socialmente. É também bastante comum a pessoa não conseguir progredir no campo profissional porque não se sente à vontade para estabelecer um diálogo aberto, além de falar com a mão na boca.

O curioso em relação ao mau hálito é que os portadores não conseguem perceber o odor desagradável que exalam. Muitas vezes, são as pessoas que estão ao seu redor que notam o cheiro e ficam constrangidas em avisar. "É como quando você usa um perfume: acostuma-se com o cheiro e acaba não percebendo que está exalando", comenta Olinda Tárzia, professora do curso de Halitose da Faculdade e Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic, de Campinas-SP, e autora do livro Halitose. "Mas as pessoas que estão ao seu redor sentem. Chamamos isso de fadiga olfatória", completa.

Ocasional ou crônica, são muitos os fatores que contribuem para a halitose. Estresse, falta de completa higiene bucal, ingestão de álcool, fumo, algumas dietas alimentares, uso de remédios controlados, doenças periodontais (de gengiva) e problemas no fígado e no estômago.

Todos esses fatores contribuem para uma redução na produção de saliva, o que cria um ambiente propício à instalação de microorganismos patogênicos na boca que, por sua vez, formam a placa bacteriana na língua, popularmente conhecida como saburra. Na língua, a fermentação provocada pelas bactérias libera substâncias ricas em enxofre, responsáveis pelo odor forte e desagradável. "É por este motivo que acordamos com mau hálito. Passamos grande parte da noite sem salivar enquanto dormimos", explica Olinda.

O outro fator que causa a baixa produção de saliva e aumenta a saburra com freqüência é o uso de medicamentos (betabloqueadores, anti-depressivos, remédios para o coração, anti-térmicos etc). Em casos de pacientes diabéticos, a halitose pode ser um alerta de pré-coma diabético. A cárie, por sua vez, só provoca o mau hálito quando em estágios muito avançados.

Para quem sofre com o problema, a cadeira do dentista pode ser o início do tratamento. "Muitas vezes, é um conjunto de motivos que causa a doença e é necessário cuidar de cada um para obter resultado", conclui.

Fonte: Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic


0 que é periodonto?
É o conjunto de tecidos que está ao redor do dente e que é responsável pela sua fixação: gengiva, osso alveolar e fibras que ligam raiz ao osso.

0 que é Doença Periodontal (DP)? É a mesma coisa que gengivite?
É o comprometimento dos tecidos periodontais pelo processo inflamatório, que leva à reabsorção do osso que está ao redor das raízes dos dentes, enquanto que, na gengivite, não há alteração óssea, pois a inflamação só atinge a gengiva.

Como posso saber se já tenho a DP?
0 sinal mais característico é o sangramento, mas devemos estar atentos também para: alterações na posição dos dentes, mobilidade, retrações gengivais, retenções de alimento, inchaço etc.

Ao perceber sangramento durante o uso do fio dental, devo suspender esse procedimento de limpeza?
Não, desde que esteja passando o fio corretamente. 0 sangramento denota a presença de bactérias nessa região e, dessa forma, é conveniente continuar com o uso do fio na tentativa de removê-las.

Existem medicamentos indicados para o tratamento?
Não é possível o tratamento desta doença somente com medicamentos, sejam estes locais ou sistêmicos. A placa bacteriana aderida ao dente tem que ser removida mecanicamente.

Qual a causa da DP?
A placa bacteriana aderida ao dente é a única causa, porém algumas alterações na gengiva podem estar associadas a causas hormonais, uso de alguns medicamentos, queda de resistência etc.

Corno o tratamento é realizado pelo cirurgião-dentista?
É feito com a remoção da placa bacteriana aderida através de raspagem e alisamento das raízes dos dentes. Quando os instrumentos de raspagem não atingem toda área da raiz comprometida, as cirurgias são indicadas; para facilitar o acesso.

Uma vez tratada a doença, os tecidos recuperam-se integralmente?
Não, sempre ficam seqüelas, com exceção das gengivites. A doença periodontal deixa como seqüelas alterações estéticas como: deslocamento na posição do dente, retração gengival com conseqüente aumento no comprimento do dente etc. Existem procedimentos cirúrgicos e protéticos que podem miminizar esses defeitos.

De quando em quando se fazem os retornos para a manutenção após o tratamento?
As visitas para manutenção devem assegurar a estabilidade da condição de saúde alcançada com o tratamento e, assim, evitar tanto a o progressão da doença como a sua recidiva.

Nos casos mais avançados, recomenda-se uma periodicidade de 3/3 meses e de 4/6 meses para a maioria das pessoas.

E possível prevenir esta doença?
A sua prevenção pode ser feita unicamente removendo a placa bacteriana através de limpeza bucal doméstica com fio dental e escova, mais limpezas periódicas feitas pelo dentista.


Prevenção: Limpeza bucal doméstica + Limpeza profissional de 6/6 meses.

Orientações sugeridas por Cid Ferraz - Pós-graduando em Periodontia pela Universidade de Oslo - Noruega - e por Leda Viegas Garbino - Especialista em Periodontia.

REVISTA DA APCD V. 48, Nº 6, NOV./DEZ. 1994